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Qual é a diferença entre o envio CIF e o envio FOB?

Qual é a diferença entre o envio CIF e o envio FOB?

Envio CIF ou FOB? O que significam essas siglas? Quais desses formatos são mais interessantes para o e-commerce?

Leia e fique por dentro! Você já ouviu falar em frete CIF e frete FOB? Essas duas siglas são amplamente utilizadas na logística atual, mas suas origens remontam a um passado distante.

Tanto o CIF quanto o FOB fazem parte dos Incoterms (International Terms of Business), um padrão criado em 1936 para facilitar as relações de compra e venda entre diferentes países. Afinal, qual a diferença entre esses tipos de frete?

Quais são as vantagens e desvantagens de cada um?
Qual é o mais utilizado? Qual é o melhor para quem vende online?

Responderemos a essas e outras perguntas neste artigo. Boa leitura!

Publicar o pedido da sua loja online não precisa ser uma tarefa complicada!

O que é frete CIF?

CIF significa Custo, Seguro e Frete. O frete CIF é o custo de envio que é entregue pela empresa que fornece o produto (o remetente). Desta forma, o frete é pago no ponto de origem da mercadoria e contabilizado no valor final da mercadoria.

É o modelo mais utilizado em relacionamentos B2C (business-to-consumer/business-to-consumer).

O que é frete FOB?

FOB significa Free On Board. Este tipo de envio ocorre quando o comprador (destinatário) que representa a mercadoria é responsável pela logística.
Portanto, todo o processo de negociação e contratação de frete/seguro fica nas mãos do destinatário da mercadoria.
No envio FOB, a responsabilidade do vendedor termina quando as mercadorias saem do armazém e são enviadas pelo comprador.

É comum enviar mercadorias de alto valor em relacionamentos B2B (business-to-business/business-to-business).

Envio CIF: Principais Características

Como mencionamos acima, o frete CIF é o mais utilizado entre as empresas B2C. O motivo é simples: assim facilita a vida do cliente final (destinatário).
Toda a responsabilidade de providenciar o envio é do vendedor (expedidor) da mercadoria, que só repassa o custo para o comprador no ato da venda.
Por exemplo, no comércio eletrônico de varejo, as taxas de envio CIF dominam.

Para o cliente, a principal vantagem desse método de envio é que ele não precisa se preocupar com a logística após a compra. Os vendedores, por outro lado, precisam ficar atentos: afinal, no frete CIF, a responsabilidade do remetente pela mercadoria só termina quando ela é entregue.
Apesar de ser o mais comum, o frete CIF não é o mais indicado em todas as situações.
Como o destinatário tem pouco controle sobre o envio dessa maneira, o envio FOB é, em última análise, favorecido por empresas que precisam rastrear os envios com mais rigor.

Envio FOB: Principais Características

Já comentamos que o envio FOB é mais usado para relacionamentos B2B. Mas por que isso é assim? Nós respondemos: Esse tipo de frete é para quem precisa de muito controle na entrega.

Pense em uma fábrica de automóveis. O aço é uma das matérias-primas essenciais para essas empresas, e a falta dele pode comprometer toda a cadeia produtiva. Portanto, quando uma fábrica encomenda aço de um fornecedor, é mais provável que escolha o envio FOB.

Nesse tipo de envio, o controle sobre os prazos e condições de entrega fica inteiramente nas mãos de quem adquiriu o produto – o que é muito importante no caso que exemplificamos. Além disso, diferentemente do frete CIF, no FOB a responsabilidade do vendedor pela mercadoria termina quando a mercadoria sai de seu depósito.

3 prós e contras do envio de comércio eletrônico

Já falamos antes, mas é preciso repetir: o frete CIF é o mais utilizado no e-commerce. Isso significa que quem vende pela internet precisa estar atento à logística. Oferecer opções de remessa competitivas – tanto em termos de preço quanto de prazos – é fundamental para vender mais e reter clientes. Pensando nisso, separamos 3 cuidados essenciais para a logística do e-commerce.

1) Disponibilize opções variadas de frete 

As lojas online precisam oferecer diferentes tipos de frete: do mais rápido (provavelmente mais caro) ao mais lento (provavelmente mais barato). É importante ressaltar que os clientes podem decidir qual método de entrega preferem. Afinal, nem sempre a opção mais econômica é a escolhida pelo consumidor: os prazos devem ser levados em consideração. Uma ferramenta que pode te ajudar a oferecer fretes diversificados e competitivos no e-commerce é o Best Shipping. Com ele, você pode simular as condições de várias transportadoras (incluindo os Correios) e gerar seus envios pela internet. Vale a pena conferir: www.melhorenvio.com.br

2) Forneça informações atualizadas de rastreamento

A ansiedade pela entrega do produto faz parte do comportamento do consumidor de e-commerce. E é tarefa das lojas virtuais amenizar esse desconforto. Como fazer isso? Informar o código de rastreamento é uma ótima maneira! Se você deixar o cliente “no escuro” quanto ao progresso do envio do pedido, ele dificilmente vai comprar de você outra vez (mesmo se o pedido chegar em perfeitas condições). Por sorte, a tecnologia pode te ajudar até com isso. Ferramentas como o Melhor Rastreio permitem que você cadastre todos os seus pacotes em um único lugar e acompanhe a movimentação de cada um deles. Acesse para conferir: www.melhorrastreio.com.br 

3) Logística reversa

Por último (mas não menos importante), todo e-commerce precisa ter uma política clara de troca e devolução. A logística reversa deve ser um processo estabelecido para sua loja, não algo que você analisa caso a caso e trata de forma diferente em cada caso. Alguns problemas precisam ser resolvidos em sua mente. Por exemplo: O produto será retirado na casa do cliente? Haverá coleção? Ou o cliente precisa ir ao ponto de coleta para fazer a devolução/troca? Ah, e vale sempre lembrar: pela legislação brasileira, o custo do frete reverso é de responsabilidade do varejista.

Esperamos que este artigo tenha esclarecido suas dúvidas sobre a diferença entre as taxas de envio CIF e FOB. Fique atento aos melhores blogs para ficar conectado com todas as coisas relacionadas ao comércio eletrônico.

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